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matriz2006

matriz2006

26
Jan09

A razão do meu viver

Este poema (já muito antigo), que dedico aos meus filhos.
Como a Carla fez anos no dia 22 e a Paula no dia 27, lembrei-me de o 
enviar, pois é um poema que eu gosto muito.




       A razão do meu viver


Se eu pudesse num poema descrever
O amor pelos meus filhos eu diria,
Que eles são a razão do meu viver
São meu mundo, meu amor, minha alegria!


Semente que em meu ventre semeei
As mais belas flores que eu já colhi,
As mais raras jóias que acariciei
Os momentos mais felizes, que eu vivi!


Porque o mor que uma mãe sente
É sublime, terno, profundo,
Quando pensa que em seu ventre
Gera o destino do mundo!

    (do livro os meus poemas)

Mãe: - tão doce enleio
Tu és bálsamo do meu receio
Mãe: - doce regaço
Onde eu repouso do meu cansaço
Mãe: - teu coração
Doce sacrário...
É o alento do meu calvário
Mãe teus ternos braços
São as amarras,
Tão doces laços,
Mãe: - a tua boca
Bendita seja
Quando em mim pousa
Quando me beija,
E os teus olhos
De terno olhar
São como estrelas a cintilar!
Mãe quanta ventura
  Tu és minha luz
Na noite escura
Mãe és meu enlevo,
No peito guardas, tanto segredo
E o tens assim,
Tão bem guardado
Como um tesouro,
Pois para ti é mais que o ouro
Que o marfim, ou o brilhante
Velas teu filho, a todo o instante
E o desejas sempre a teu lado
É um tesouro idolatrado.
Mãe: - teu coração vive a sangrar
Porque o teu lema,
É só amar!


(do livro os meus poemas)

 

Albina Dias

 

 

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