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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2006

Músicas de Natal

 

NATAL É SEMPRE O FRUTO QUE HÁ NO VENTRE DA MULHER

Ary dos Santos

Este é um post especial, lembrança de outros natais, mais especialmente de letras de canções que eu cantarolava quando era pequena. Aprendi-as com a minha mãe, que passava a vida a cantar, com as coleguinhas e professoras na escola, sei lá onde as aprendi. Algumas ainda hoje as canto, assim as aprendeu o meu filho e vão aprendendo os nossos pequenotes de agora.A voz não é grande coisa, mas... isso é outra história.

 

 

 

 

 

Entrai Pastores

 

Entrai pastores entrai
Por este portal sagrado
Vinde adorar o menino
Numas palhinhas deitado

Alegra os céus e a terra
Cantemos com alegria
Já nasceu Deus Menino
Filho da Virgem Maria.

Noite Feliz

 

Noite feliz!
Noite feliz!
O Senhor, Deus de amor,
Pobrezinho, nasceu em Belém;
Eis na lapa Jesus, nosso bem!
Dorme em paz, ó Jesus!
Dorme em paz, ó Jesus!

 

 

Toca o sino pequenino

 

Toca o sino pequenino
Sino de Belém,
Já nasceu o Deus Menino
Que a Senhora tem.
É Natal, é Natal,
Vamos sem demora,
Já nasceu o Deus Menino
Que a Senhora adora.

A Todos Um Bom Natal

 

Refrão
A todos um Bom Natal
A todos um Bom Natal
Que seja um Bom Natal, para todos vós

No Natal pela manhã
Ouvem-se os sinos tocar
E há uma grande alegria, no ar
Refrão
Nesta manhã de Natal
Há em todos os países
Muitos milhões de meninos, felizes
Refrão
Vão aos saltos pela casa
Descalças ou com chinelos
Procurar suas prendas, tão belas
Refrão
Depois há danças de roda
As crianças dão as mãos
No Natal todos se sentem, irmãos
Refrão
Se isto fosse verdade
Para todos os Meninos
Era bom ouvir os sinos tocar.

 

 

 

Natal dos Simples

 

Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro
Vamos às raparigas solteiras
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro
Vamos às raparigas casadas
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas, pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à 'ventura
Pam-pararan-ri-rí
Pam-pararan-ri-ri
Pam, pam, pam, pam.

 

 

Os Pais

 

Tu nasceste foi Natal
No teu berço pequenino.
É Natal em todo o mundo
Sempre que nasce um menino

Nós nascemos foi Natal
Os nossos pais é que o fizeram
Do amor que os dois viveram
Veio a vida que nos deram

Hoje é Natal
E amanhã
Vai ser Natal outra vez
Porque afinal
Quando é Natal
A gente nasce outra vez.

Os teus pais são os operários
Do teu corpo pequenino
Amanhã serás operário
Do Natal de outro menino

Não nos mintam nunca mais
A mentira é uma vergonha
Fomos feitos pelos pais
Não viemos na cegonha!

Os amigos

 

Quem faz o Natal para todos nós? São os amigos
Quem nos dá prazer e dá calor? São os amigos
A quem é que damos a ternura? É aos amigos

A quem é que damos o melhor? É aos amigos

Os amigos são o nosso bolo de Natal
Cada amigo nosso vale mais que um Pai Natal
É um irmão nosso que trabalha no Natal
E com suas mãos faz a diferença do Natal

O dinheiro pouco importa
O que importa é a verdade
E a prenda mais valiosa
É a prenda da amizade

Quem faz das tristezas forças
E das forças alegrias
Constrói à força de Amor
Um Natal todos os dias.


 

 

Estes dois últimos poemas pertencem a um disco para crianças chamado "Os Operários do Natal" com textos de Ary dos Santos e Joaquim Pessoa.

As músicas são de Carlos Mendes, Fernando Tordo e Paulo de Carvalho.

Toda a narrativa é feita por Maria Helena D'Eça Leal.

 

 

 

publicado por Marisa às 18:43

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