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Terça-feira, 6 de Junho de 2006

Seríamos capazes de ter esta atitude?

Á primeira vista vão achar careta, mas vocês sabem que de careta não tenho nada, mas que sensibilidade tenho muita e achei que devia partilhar o que vou transcrever e achei na net, num dos sites de moçambique, onde perco (ganho) algum do meu tempo todos os dias, recordando e revivendo velhas e novas amizades. Á Maria Manuel Martins, que o publicou o nosso obrigado.

E se vos conheço bem, tanto os mais novos como os mais velhos, acredito que no fim de lerem o post, quase todos, para não me atrever a dizer mesmo TODOS,  chegarão à conclusão que seriam capazes de tomar a mesma atitude e só essa seria a mais correcta.

 

Aceitação incondicional...

Recentemente terminei minha faculdade.

O último trabalho que tive de apresentar foi o de sociologia.

O professor apresentou um projeto chamado sorriso.

Foi solicitado à classe que saísse, sorrisse para três pessoas e documentasse suas reações.

Logo depois da aula, eu, meu marido e meu filho mais novo fomos a uma lanchonete.

Estávamos na fila esperando nossa vez, quando repentinamente todos à minha volta começaram a se agitar e a se afastar, inclusive meu marido.

Eu não me movi um centímetro...

Me virei para ver porque tinham se afastado.

Foi quando senti o terrível cheiro de corpo sujo e lá estavam dois pobres mendigos.

Quando olhei para o que estava mais próximo, ele estava sorrindo.

Seus bonitos olhos azuis estavam cheios da luz de Deus e procuravam por simples aceitação.

Bom dia.

- Ele disse timidamente enquanto contava as poucas moedas que tinha.

O segundo homem permanecia atrás de seu amigo, agitando os braços.

Observei que o segundo homem tinha deficiência mental e o cavalheiro dos olhos azuis era o seu guardião.

A garçonete perguntou o que queriam.

- Apenas café, senhorita.

- respondeu, porque era tudo que poderiam comprar com os recursos que tinham.

Se quisessem sentar no restaurante para se aquecer, tinham que comprar alguma coisa.

E o que queriam mesmo era se aquecer.

Então, eu realmente senti uma compulsão tão grande que quase estendi a mão e abracei o homem dos olhos azuis.

Foi quando notei que todos os olhos na lanchonete me observavam, julgando cada ação minha.

Eu sorri e pedi que a garçonete acrescentasse duas refeições, um pequeno almoço, em bandejas separadas.

Fui até onde os homens tinham se sentado e pus as bandejas sobre a mesa e coloquei minha mão sobre a fria mão do homem dos olhos azuis.

Ele me olhou emocionado e agradeceu.

Inclinando-me um pouco, respondi, - Não sou eu que faço isto por vocês.

É Deus que está trabalhando aqui, através de mim, para dar- lhe esperança.

Me afastei para juntar-me a meu marido e meu filho.

Quando me sentei, meu marido me sorriu e disse, - É por isso que Deus me deu você, querida.

Para me dar esperança.

Aquele dia me mostrou a pura luz do doce amor de Deus.

Retornei à faculdade, para a última aula, com esta história nas mãos.

Eu a transformei em meu projeto e o professor o leu.

Então olhou para mim e disse, - Posso compartilhar isto?

Eu concordei e ele pediu a atenção da classe.

Começou a ler e todos nós percebemos que, como seres humanos, temos a necessidade de curar as pessoas e de sermos curados.

Ao meu jeito, eu tinha tocado as pessoas naquela lanchonete, em meu marido, em meus filhos, em meu professor, em cada alma daquela sala onde tive a última aula como um estudante de faculdade.

Eu me formei com uma das maiores e mais importantes lições que aprendi: Aceitação incondicional.

Amar as pessoas e usar as coisas ao invés de amar as coisas e usar as pessoas.

E que sejamos nós instrumentos nas mãos do Senhor, para abençoarmos alguém nessa semana!

Fiquem em Paz !

Autor Desconhecido

publicado por Marisa às 12:55

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